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Projeto Tamar vai conhecer as tartarugas de pente em Ubatuba/SP

08/02/2019 - Pesquisa que inicia agora vai mostrar quantas tartarugas dessa espécie estão se alimentando e descansando na Ilha Anchieta. Leia mais. ↓

Projeto Tamar vai conhecer as tartarugas de pente em Ubatuba/SP

Captura científica em Ubatuba

No primeiro dia de fevereiro, a equipe do Projeto Tamar Ubatuba/SP iniciou as atividades de campo do novo projeto de pesquisa “Ocorrência de Eretmochelys imbricata no entorno do Parque Estadual da Ilha Anchieta/SP”. A pesquisa tem como objetivo quantificar os indivíduos de tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) que frequentam a Ilha Anchieta e compreender melhor o comportamento das tartarugas marinhas no local.

A tartaruga-de-pente é uma espécie que tem preferência por águas quentes, comumente associadas a recifes de coral e costões rochosos. Capturas destes animais nas pescarias artesanais costeiras em Ubatuba vem sendo registradas desde o início dos esforços de conservação, em 1991, porém, em pequenas quantidades, não mais que 10 indivíduos registrados em cada ano, conta o biólogo do Tamar Ubatuba que coordena a pesquisa, Henrique Becker.

“As Ilhas do Litoral de São Paulo parecem representar importantes ambiente de alimentação e refúgio para esta espécie. O Tamar, através de capturas em mergulho, já registrou anteriormente a presença da tartaruga-de-pente nas Ilhas de Alcatrazes, Queimada Grande, Ilhabela, Laje de Santos e Ilha Anchieta”, explica o biólogo.

A pesquisa prevê a utilização de duas metodologias distintas. Uma é a captura intencional em mergulho livre (captura científica), realizada para coleta de dados biométricos e coleta de amostras de tecido para análise genética, que pode permitir o estudo das possíveis áreas de nascimento destes indivíduos. Essa metodologia inclui ainda avaliação do estado de saúde das tartarugas a partir de exame clínico por veterinários e análises de parâmetros sanguíneos.

A outra metodologia utilizada é o mergulho rebocado, onde o mergulhador se segura em uma prancha de acrílico (chamada de plana-sub) amarrada em uma corda, puxada pela embarcação em baixa velocidade. Desta forma os pesquisadores conseguem contar as tartarugas em áreas mais extensas com menor gasto de energia.

“Na primeira saída, com dois dias de coletas de dados, foram capturados dois indivíduos, porém, nove (09) avistagens de tartarugas de pente foi algo que deixou a equipe bastante animada para as próximas saídas”, completa Becker.

O projeto de pesquia é licenciado junto à COTEC/IF/SMA e o SISBio, e conta com o apoio do Parque Estadual da Ilha Anchieta.

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